Psicologia
Consulta de Neuropsicologia
Actuamos nas diversas faixas etárias (lactentes, crianças, adolescentes e adultos), com preocupações, particularmente, pronunciadas na área do envelhecimento, normal (senescência) e patológico (senilidade). Atendemos pacientes com patologias diversas (neurológicas, psiquiátricas, cárdio-vasculares, endócrinas……) com impacto ao nível das dinâmicas cognitivas (linguagem, concentração, memória, organização do pensamento e das actividades quotidianas…), emocionais, comportamentais e da personalidade, resultantes de disfunções (directas ou indirectas) do tecido encefálico.
É hoje comum as pessoas, das mais diversas idades, queixarem-se de perturbações da concentração e /ou da memória. A Neuropsicologia tem, actualmente, instrumentos simples mas eficazes que permitem detectar, clinicamente, esse tipo de alterações e, regra geral, distinguir as que se revestem de um perfil patológico das que decorrem daquilo a que podemos chamar “vicissitudes do quotidiano” (ansiedade, stress, fadiga…). Existe um sem número de técnicas que permitem erradicar ou, pelo menos, minorar as referidas alterações, libertando o paciente dos impactos negativos que as mesmas têm no seu quotidiano.
As alterações do sono, nomeadamente a (tão frequente) insónia prejudicam a funcionalidade cognitiva e operativa dos que delas sofrem. Nestes casos, procedemos a um rastreio de todas as perturbações comummente associadas aos distúrbios do sono e submetemos os pacientes a programas de reabilitação neurocognitiva e emocional.
As cefaleias, passaram a ser preocupação da Neuropsicologia de Intervenção, após se identificarem múltiplos casos que apresentavam alterações da esfera cognitiva. Estabelecemos um plano de atendimento a pessoas com queixas de dores de cabeça que, de forma acentuada e continuada, lhes causam (sobretudo) problemas ao nível da concentração e da capacidade de programação e execução das actividades diárias.
A dor, no sentido genérico do termo, não podia deixar de ser contemplada. Recorrendo a técnicas de estimulação cognitiva e de relaxamento psicofisiológico.
Conhecemos, bem, o “pavor” que as doenças causadoras de Demência provocam cada vez mais, numa franja apreciável da população, a partir da 5ª década de vida. Aparecem-nos, frequentemente, pessoas a dizendo que, se calhar, já têm a “tal doença” que ouviram na televisão ou leram na imprensa escrita, referindo-se ao Alzheimer, porque se esqueceram dos óculos em casa ou porque o nome do cão lhes está “debaixo da língua” e não conseguem dizê-lo. Não estamos a parodiar ou desvalorizar. Procuramos, sim, desdramatizar a situação que, na maioria dos casos, é apenas uma disfunção benigna, resultante da “vida” e absolutamente ultrapassável com algumas sessões de treino mnésico e de reequilíbrio emocional. Desenvolvemos um programa de rastreio (a partir dos 45 anos) com o objectivo de despistar, hipotéticas, situações passíveis de serem compatíveis com alterações, clinicamente significativas, da memória e de outras vertentes da dinâmica cognitiva, emocional e comportamental.
Esperamos, apesar de alguma obrigatoriedade terminológica (mais ou menos, complexa) no contexto dos termos clínicos, ter esclarecido os leitores acerca do que vos podemos oferecer, sempre que tal se justificar.