Hospital da Cruz Vermelha
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Novas técnicas de tratamento de estenose aórtica no Hospital da Cruz Vermelha
16 Dezembro 2016
A estenose aórtica por calcificação degenerativa dos folhetos é a valvulopatia mais frequente no mundo ocidental e a sua incidência aumenta com a idade.
A estenose aórtica é responsável por sintomas como cansaço e por vezes angina de peito ou sensação de desmaio.
Quando aparecem estes sintomas, se a estenose for grave, aconselha-se uma intervenção sem a qual existe um risco de morte súbita e de deterioração da função cardíaca.
Não existe tratamento farmacológico para a estenose aórtica. O único tratamento é a implantação de uma prótese valvular. Nos doentes idosos a prótese aconselhada é uma bioprótese.
O tratamento habitual e de referencia é cirúrgico, sob circulação extra corporal, e de uma incisão no peito o que permite remover a valvula calcificada e colocar uma bioprótese.
Mais recentemente foi desenvolvida uma técnica de implantação de válvula aórtica por via percutânea (VAP) que permite implantar uma bioprótese através de punção da artéria femoral ou através de uma pequena incisão. Esta técnica percutânea permite uma recuperação mais rápida mas por enquanto ainda está reservada a doentes em que os doentes têm um risco intermédio ou alto para cirurgia.
O Hospital Cruz Vermelha dispõe de uma sala de cateterismo e cirurgia chamada sala híbrida que permite a realização destes procedimentos por via percutânea com níveis de segurança mais elevados.
Esta técnica é realizada por equipas multidisciplinares que incluem cardiologistas, cirurgiões cardíacos, anestesistas, técnicos de imagem e enfermeiros.
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